RONALDO

RECORDAR É SE RIR-SE-MOS

Vaca Peidona e Lobisomem formam uma dupla que é o retrato cagado e cuspido da pulítica banânica.

Uma é tolôte do PT e o outro é tolôte do MDB.

Os dois formam uma parelha perfeita.

Vamos alegrar a nossa sexta-feira se rindo-se com os vídeos abaixo.

Vídeos que vão deixar puto o fubânico luleiro Ceguinho Teimoso, aquele que vive a gritar “Foi Golpe” quando se refere à sucessão perfeitamente constitucional e legal – sem uso de força, de tanques ou de armas -, da passagem de gunverno de uma bovina pra um equino.

Um impeachment votado no Poder Legislativo que teve como consequência a troca de uma merda por um bosta.

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SPONHOLZ

SEM VENENO

PAIXÃO

O BRASIL É UM NÓ CEGO

Essa situação que estamos enfrentando com a greve dos caminhoneiros, me leva a uma questão: O que é inviável, a Petrobrás ou as transportadoras?

Vivemos num país que tem problemas em 3D, de leste a oeste e de norte a sul, de cima para baixo e de baixo para cima. Se os caminhoneiros não podem pagar pelo combustível tão caro, a Petrobrás também não pode trabalhar como trabalhou no passado recente, vendendo mais barato do que comprava. Entre eles está a bocarra do Tesouro que cobra impostos exagerados dos dois lados.

Apesar da carga tributária enorme, isso não chega para os gastos descontrolados e crescentes do nosso Estado. Todo ano temos necessidade de aumentar um pouco mais o endividamento para cobrir o déficit. Quando o país começa a botar a cabeça de fora, vamos crescer depois de três anos sem crescimento econômico, quando a inflação não ameaça mais, os juros ficam menos pesados nas contas públicas. Quando o cidadão acredita que agora vai! Surge essa ameaça que sabemos como está começando, mas não sabemos como e quando pode acabar. Um golpe fulminante na nossa vida.

Fui ao mercado para comprar frutas e verduras e fiquei surpreso ao me deparar com uma imagem que estamos acostumados a ver nos noticiários da TV quando falam da situação da Venezuela. Prateleiras vazias, sem nenhuma verdura, poucas frutas, quase nada de ovos. Assustador. Ficou evidente a inconveniente dependência de um serviço mais do que essencial para o funcionamento do Brasil. O caminhão na estrada é vital (hoje mortal) para nós. Sempre soubemos que o trabalho dessa categoria era importante, mas foi a greve que mostrou a verdadeira dimensão dessa ameaçadora dependência.

Se não temos alternativas ao transporte rodoviário, também não temos alternativa ao monopólio obsoleto da Petrobrás. Falta concorrência em tudo nesse nosso país. Competição ao invés de proteção é o que faz a humanidade progredir. Porém não vemos ações concretas para facilitar a vida das empresas e estimular novos investimentos. As concessões e privatizações tão necessárias para a modernização ficam apenas como promessas. Se o Governo não tem poupança (nem competência) para investir que permita o setor privado fazer os investimentos. Precisamos dos serviços, não necessariamente que sejam estatais.

Vivemos num país por construir, numa época onde o capital está atrás de oportunidades, mas não oferecemos condições estáveis economicamente e confiáveis do ponto de vista legal, para grandes investimentos. Nem brasileiros, nem estrangeiros sentem-se seguros para injetar capital em projetos de longa maturação. Nossa fotografia que já não está bonita pode piorar ainda mais. Estamos às vésperas de uma eleição que tem chances de aumentar muito a incerteza. Temos dois candidatos que parecem misseis com ogiva nuclear desorientados, navegando para um alvo desconhecido. Duas balas perdidas. Aqueles que são previsíveis representam a continuidade desse quadro triste.

E agora? Ronald Reagan é quem tinha razão: Governo não é a solução, é o problema.

MARIANO

EDUARDO NASCIMENTO – QUEIMADAS-PB

Boa noite berto

escrevo pela primeira vez para essa gazeta escrota

mas hoje fiquei em casa a tarde

sou Eduardo trabalho com eletricidade paraibano da cidade de Queimadas;

hoje por falta de combustível tive que ficar em casa ;

fiquei matutando um deputado federal custa a nação mês em torno de trezentos mil ;

a presidência o senado, o famigerado supremo federal, os ministérios, cargos do primeiro e segundo escalão,

se tiracemos desse povo 30% sera que dava pra cobrir o rombo da previdência e equilibrar as contas publicas

geralmente o pau só quebra no rabo dos mais fracos

sera que não é hora de pedirmos

isso é um desabafo de alguém que trabalha que só jumento pra segurar uma turma de saguesuga do povo brasileiro

boa noite berto ;

lembrando que o exercito esta de olho e muito calados com tudo que vem ocorrendo no nosso brasil

obrigado

R. Pronto, caro leitor, seu desabafo tá publicado do jeito que você mandou.

Um abraço pra toda turma dessa bela Queimadas, aprazível recanto de mundo com 41.297 habitantes, localizado na região metropolitana de Campina Grande, terra do grande poeta paraibano Jessier Quirino, colunista desta gazeta escrota.

Disponha sempre deste espaço e tenha um excelente final de semana!

HERINGER

DIA DOS NAMORADOS NO ZINGA BAR

Zinga Bar – praia de Riacho Doce

Gustavão dirigia feliz da vida seu Gordini vermelho, era noite de sexta-feira, véspera de Santo Antônio, dia dos namorados. Solteiro, boêmio, 27 anos, iniciava mais um fim-de-semana de alegria. Percorria a estrada do Litoral Norte rumo ao Zinga Bar na praia de Riacho Doce, de repente sentiu o carro “morrer”, parou no acostamento, abriu o capô, olhou com ajuda de uma lanterna se alguma peça estava solta, não entendia de mecânica, resolveu trancá-lo, travá-lo, no dia seguinte traria com um mecânico. Com o dedo polegar ficou a pedir carona aos carros em direção ao Zinga. Parou uma Kombi, deu sorte, era o deputado com amigos e amigas, tinham o mesmo destino.

O Zinga Bar foi um empreendimento arrojado de Cláudio Barbosa, a construção se estendia do asfalto à praia, em Riacho Doce, foi o grande sucesso da cidade no final dos anos 60, aliás, revolucionário, mudou os costumes. Naquela época as moças casadouras só saiam à noite acompanhadas dos pais ou irmãos para festas em casa de famílias ou clubes. Depois do Zinga Bar o mulherio de Maceió deu um grito de liberdade, em grupos começaram a frequentar aquele Bar-Restaurante-Boate. Dava-se início a uma tímida revolução sexual, a virgindade estava deixando de ser tabu. O Zinga foi marco histórico na vida da cidade.

O deputado, os amigos e amigas tomaram uma mesa ao ar livre, podia-se conversar melhor e ver a lua tremeluzindo no mar de Riacho Doce. Mesa cheia com três belas jovens e uma senhora, aliás, uma coroa risonha, solteirona, à beira dos cinquenta. Conversa divertida, maior alegria quando a orquestra iniciou os acordes “Love is a many splendore thing”. Yolanda, a coroa, convidou Gustavo para dançar. No dancing romântico, bela vista ao mar, colaram-se do corpo à cabeça, arrastando-se com leveza ao som do sax e clarinete. Ela puxou-o sentindo prazerosamente o corpo de seu par. Eles mudos, o carinho na nuca, a rigidez nas pernas falavam mais que qualquer palavra.

A orquestra parou para descanso, o casal retornou à mesa. Bom uísque, tira-gosto, muita conversa, a coroa com os pés descalços por baixo da mesa alisava as pernas de Gustavão. Certa hora a Banda animou no São João, “Olha pro céu meu amor, veja como ele está lindo, olha pra que balão multicor, que lá no céu vai sumindo…” Todos levantaram dançando feito quadrilha ao som de músicas juninas de Gonzaga. Cada vez mais Gustavo e Yolanda, a coroa, se atraiam, deu-se o desejo imenso, ânsia louca de beijo na boca. Gustavão pediu discretamente a chave da Kombi do deputado. O casal se escafedeu, um quilometro a mais Gustavo encostou a Kombi embaixo de uma árvore. À luz de uma lua maravilhosamente prateada tiveram momentos de amor no banco traseiro como apenas os grandes amantes conseguem, era dia dos namorados.

Retornaram ao Zinga com aquele sorriso de felicidade dos bem amados, de bem com a vida. Os companheiros de mesa perceberam, não houve uma piada, uma recriminação, a juventude mudava o comportamento, afinal amar é necessidade natural. Dançaram, rodaram, beberam até o dia amanhecer, os boêmios foram cumprimentar o dia nascendo andando na praia, dançando ciranda, pegando o Sol com a mão. Gustavão e a coroa celebravam a vida.

Dia seguinte Gustavo acordou-se por volta de meio dia, telefonou para um amigo mecânico de automóvel, foram em busca do Gordini quebrado. Surpresa, o carro arriado no chão, a jante no asfalto do acostamento, levaram os quatro pneus, no vidro traseiro escrito em batom: “Obrigada pelo presente do dia dos namorados, de sua Odete”. O jeito foi arranjar quatro pneus velhos numa borracharia, levar o Gordini para casa. Na segunda-feira nosso boêmio recebeu um telefonema anônimo informando, os quatro pneus estavam guardados com o vigia do Zinga Bar. Assim foi o dia dos namorados de Gustavão naquele ano de transformação do mundo. 1968.

NICOLIELO

UM NEGÃO ARRETADO

O ator americano Morgan Freeman, de 80 anos, foi acusado por oito mulheres de assédio sexual, que comentaram os episódios em entrevista à CNN.

Nesta quinta-feira (24), o canal publicou em seu site parte do conteúdo das declarações.

De acordo com a reportagem, foram ouvidas ao todo 16 pessoas.

Oito delas declararam ter sido vítimas do que chamaram de assédio.

As demais citaram “comportamento inapropriado” da parte de Morgan.

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Não custa nada ressaltar e realçar que “assédio” é uma coisa infinitamente diferente de “estupro”.

Na verdade, “assédio” é uma babaquice inventada pelos idiotinhas do puliticamente correto pra designar a saudável e universal cantada, o que antigamente se chamava de “cortejar”, “galantear”, uma instituição sem a qual o mundo seria uma merda.

Dito isto, quero dizer mais outra coisa:

Sou fã desse negão há muito tempo.

Já vi todos os filmes dele.

Agora, depois dessa notícia, fiquei mais fã ainda.

Arroche, seu cabra!

Continue dando em cima destas tabacudas e insistindo pra comer os furicos delas.

Se não quiserem, que vão se lascar e parem com esta babaquice de dizer que estão sendo “assediadas”.

“Comportamento inapropriado” um caralho! (Êpa! Eu acho que é isto mesmo o que elas desejam…)

Elas já conseguiram o que queriam: seus 15 minutos de fama dando entrevista pra CBN.

Vou pegar carona nesta postagem pra, novamente, fustigar os tabacudinhos do puliticamente correto.

Repito um vídeo já publicado aqui no JBF onde Morgan Freeman diz o que pensa sobre racismo. 

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“Despedida em grande estilo”, com Morgan Freeman, Michael Caine e Alan Arkin. Trailer oficial

JORGE BRAGA

VOCÊ É MEU SUBTERFÚGIO

Por muito tempo nada foi igual, nada encaixava em mim, era como se eu fosse uma farsa totalmente exposta, mas ninguém realmente via isso. Eu realmente me achava uma fraude, sem vida, sem sentido estar por aqui…Como se faltasse um propósito e que ele fosse realmente válido, tão válido que me aceitassem sem eu precisar de toda essa carga que eu carregava e que no fundo era inútil, só eu mesma é que via assim.

A cor do esmalte, o tipo de roupa, o perfume cítrico… não combinavam com a minha personalidade. Vaguei por muitas ruas, noites e noites, sem ninguém entender a minha confusão. Os dias nem contavam, cheios de compromissos e responsabilidades, enchiam as horas de vazios incansáveis.

Isso se deu por longos meses, ou poucos meses; isso vai depender se você é daquelas pessoas que enxergam o copo meio vazio ou meio cheio. É, vejo vídeos motivacionais, nada a acrescentar sobre eles aqui e nada a exaltar também… enfim, o foco é que tudo era meio vazio mesmo: copo, cama, coração.

Até que teve um começo. Um começo no meio da história. Você veio, chegou com esse tamanho de lucidez. Enxergou tudo. Sentia tudo… e soube, na primeira conversa, quem eu era. Demorei a entender essa organização no meu caos. Fugia de você, das suas cobranças caladas. Achava engraçado sua procura por mim, uma procura na qual eu também compartilhava, entende?

Por que você ficou? Sabe que continuei para simplesmente, de forma egocêntrica, descobrir a resposta desta pergunta… qual o motivo de, ainda vendo tudo e sabendo de tudo, você escolheu ficar? Deixei-nos levar. As brincadeiras foram ficando mais sérias, os carinhos mais intensos e os sentimentos mais verdadeiros. Seus beijos mais tocantes, meus sonhos mais reais e sua estadia mais palpável.

Já não achava que partiria sem voltar, já sabia escolher a cor do esmalte que mais combinava comigo e, com certeza passei a entender que minha personalidade feminina combinava com o perfume doce que me presenteara. Isso, claro, sem contar com a prova cabal de que se inebriava com meu cheiro em meu pescoço quando dele eu fazia uso, propositalmente.

Não consigo admitir que foi meu ‘norte’, mas seu caminho me mostrou o meu. Engraçado como nos deixamos completar por pessoas aleatórias. Veja bem, não se ofenda, não quis dizer ‘sem importância’, mas não era alguém de papel em minha vida… Encontrar-me sentada a ler no pequeno e único espaço coberto do parque foi aleatório, não? Minha leitura o instigou assim como seu interesse fez o mesmo comigo. Por que se interessou?

Hoje isso realmente importa? Eu não sei, acho que me daria uma satisfação infantil saber. Não, seixa pra lá, toda vez que a porta se abre e vejo sua barba a chegar perto de mim, encho-me de certezas e me deixo apenas curtir essa descoberta. Sim, a cada dia sento-me descoberta por você. A cada momento em que passamos juntos eu me vejo uma mulher diferente, ou melhor, uma mulher! E com várias qualidades diferentes, despertadas. Espero que esse interesse continue mesmo após a novidade. Dizem que o tempo tira esse frescor. Ai, sem mais devaneios, pensamentos de copos meio cheios, só beije-me por vários instantes; aleatórios e constantes.

SPONHOLZ

ROBERTO SPILMANN – CACHOEIRA DOURADA-GO

Caro Berto,

vi no tweeter e repasso para você.

Acho que merece ser publicado para conhecimento dos amigos fubânicos.

Abraços deste leitor fiel e diário

R. Tá publicado conforme você mandou, caro leitor.

Eu só faria um pequeno reparo:

Onde está escrito “para os comunistas brasileiros“, poderíamos colocar “para todos os idiotas banânicos, zisquerdóideis, peteiros, luleiros, comunisteiros, bolivarianeiros e babaqueiros“.

Em especial para a idiota da Gleisi Hoffmann, a Amante da lista de propinas da Odebrecht que, a mando de Lula, vive elogiando Maduro e a ditadura venezuelana.

Tomara que ela visite a Venezuela e que por lá tenha uma caganeira.

Sem papel higiênico, a botadeira de chifres vai ter que limpar o furico com sabugo de milho.

Aliás, Gleisi vai comprovar que sabugo é melhor do que papel higiênico, porque, além de limpar, ainda coça e penteia!!

IOTTI

HONESTIDADE PARA DAR E VENDER

A “alma mais honesta do Brasil’ acabou engaiolada em abril passado. Apesar da extrema honestidade, esta alma não foi capaz de perceber que, no seu entorno, pessoas designadas para fazer do Brasil um país melhor na verdade desviavam condutas e recursos em benefícios próprios. Não há como explicar três tesoureiros de um partido na cadeia. Aparentemente, a alma mais honesta, fazendo jus ao status, deveria ter investigado e ter feito cumprir o estatuto do partido que manda expulsar membros condenados com processo transitado em julgado. Delúbio foi condenado pelo STF, logo deveria ter sido expulso. Não satisfeito, volta a delinquir. Agora, leva mais 6 anos no lombo, quiçá, por enquanto.

Palocci, com sua empresa de consultoria, multiplicou por 20 seu patrimônio e agora se sabe que tudo isso foi através de falcatruas envolvendo os meandros do poder. A alma mais honesta não percebeu isso. E agora, o homem forte do PT, José Dirceu, voltou para as grades. José Dirceu foi responsável pela abertura do PT para se coligar com outros partidos e garantir a sua chegada ao poder. Dirceu, numa recente entrevista, mesmo com palavras amenas, admitiu ter recebido propina. Então, além de ter-se enclausurado as mentes pensantes de um partido político, os processos judiciais alcançam outras figuras, começando pela presidente denunciada e louca para fugir do vizinho Sérgio Moro. É explicável que quem está no poder tenha mais denunciados.

Um detalhe importante sobre Dirceu: ele se recusa, terminantemente, a fazer delação premiada, por conta de sua postura de guerrilheiro, sua “pós-graduação” em Cuba. O cara deixa de pensar na família, principalmente numa filha pequena que vai crescer sem sua presença. Tudo indica que Dirceu, pelo tempo de condenação, só sai morto. Tem a alternativa de delatar ou de pagar R$ 15 milhões para reduzir a pena. Se ele for pagar, vai usar o dinheiro roubado, então na verdade ele está apenas devolvendo o que levou às escondidas. O silêncio de Dirceu tem uma explicação: foi comprado. Essa lama que envolveu o Brasil mostrou, claramente, que comunistas deixam de sê-lo quando estão diante de grana viva. Os comunistas desse país usam o sistema capitalista melhor do que os capitalistas mais reacionários. Todos são proprietários de sítios, fazendas, aplicam no mercado financeiro, usam cartão de crédito e compram sanduiche da McDonald´s com Coca-Cola. Dirceu está salvaguardando o futuro da família. Só isso.

Semana passada, Geraldo Alckmin, conhecido como Santo nas planilhas da Odebrecht deu uma de Lula e saiu com essa; “Pode haver tão integro quanto eu, mas mais não tem”. Que lindo! Mesmo já se sabendo do quanto rolou de grana oriunda de propina entregue ao seu cunhado, esse canalha sai com uma dessas. Adicionalmente, achando que tem condições morais de presidir este país sugeriu que Aécio Neves não disputasse eleição para não contaminar sua campanha. Com a prisão de Eduardo Azeredo, o Santo disse que “a justiça não é vermelha nem azul”. Isso porque não é a vez dele, ainda, e quando for, tenhamos certeza de que ele mudará de opinião.

As pessoas cobravam, insistentemente, a prisão de um tucano de bico nobre. Embora, a Cunha, Argôlo não serem petistas, se falava muito que a Lava Jato era seletiva, com julgamento político e com o fito de não permitir a candidatura de Lula. Agora, temos na cadeia um tucano. Temos representantes de todos os partidos presos ou denunciados. Azeredo pode não ser o tucano dos sonhos, mas tem alta plumagem afinal foi governador, senador e presidente do partido. Falta, evidentemente, o nobre Aécio Neves e será uma festa quando esse canalha começar a chorar no cárcere.

O fato é que tudo isso ainda não completa a vontade da banda honesta desse país. Não tem como ficar feliz sabendo que Renan Calheiros, Romero Jucá e Michel Temer estão se lixando para as denúncias. Renan parece um muçum ensaboado, escorregando sempre das mãos da justiça. Renunciou ao cargo de presidente do senado e foi protegido pelo PT comandado, então, pelo senador Aloizio Mercadante, para salvar seu mandato. Há provas, além da dúvida razoável, de que a Mendes Júnior pagou as despesas da filha dele com uma jornalista e, desde que isso se tornou processo, não se consegue julgar.

A espera por Temer está se aproximando do fim. Protegido pelo congresso, ele sai no final desse ano e seu processo pode ser encaminhado para primeira instância. O bom começo para isso seria colocar Rodrigo Loures na cadeia. Aí, quem sabe, os corruptos que querem ser eleitos estes ano passem a ter mais cuidado com o dinheiro público.

VERONEZI

DEPUTADO RODRIGO GARCIA – BRASÍLIA-DF

Redução de impostos é o caminho para resolver a crise dos combustíveis, afirma Rodrigo Garcia

O líder do Democratas na Câmara, deputado Rodrigo Garcia (SP), afirmou que a redução de impostos incidentes sobre combustíveis, proposta pelo Congresso, é a solução para o país sair da crise no setor.

“A Câmara mostrou o caminho”, assegurou. “Demos uma resposta rápida e certeira, mostrando para a sociedade que estamos atentos para essa grave questão”, argumentou.

O parlamentar enfatizou que, diante do agravamento da crise, a Câmara precisava agir. “Diante do impacto do aumento do preço dos combustíveis na vida do cidadão brasileiro, o Congresso não poderia se omitir”, afirmou.

“Nós teremos uma Comissão Geral na próxima semana, na qual poderemos nos aprofundar nesse debate”, apontou. “E o Senado, como Casa revisora, terá oportunidade de avaliar o tamanho de redução de impostos, fazendo eventuais ajustes no texto da Câmara”, disse.

Rodrigo ressaltou que o aumento acentuado no preço dos combustíveis não se justifica no atual momento da economia brasileira e reforçou que a Câmara cumpriu seu papel. “Nós estamos sintonizados com a sociedade, que quer um parlamento altivo e que faz correções aos equívocos do governo quando necessário”, acrescentou.

R. Incelentíssimo Sinhô Diputado:

Tá publicado do jeito que a vossa assessoria mandou pro JBF.

Não tenho culpa: Vossa Insolência é que escolheu divulgar sua atuação aqui nesta gazeta escrota, nesta latrina fedorenta, neste que é o ambiente mais imundo da internet.

Mas… pensando bem…

Eu acho que este esgoto banânico é o lugar certo pra divulgar a atuação de deputados.

É… é isto mesmo…

Disponha sempre deste espaço, Insolência.

Use e abuse.